Rastreamento 4G vs 2G/3G: qual escolher para sua empresa de rastreamento e como isso impacta seus clientes

2025 marcou uma mudança silenciosa, mas decisiva no rastreamento veicular: o fim do 3G no Brasil e a queda acelerada do 2G.
Isso altera completamente a forma como você escolhe seus rastreadores e qual serviço entrega ao cliente.
Neste guia, você vai entender o impacto real disso — e por que migrar para rastreadores 4G pode ser um divisor de águas
para a sua empresa.

Talvez você já tenha notado: alguns rastreadores 2G começaram a “sumir”, atrasar rotas, apresentar baixa precisão
ou até ficar períodos offline em certas regiões.

Isso não é defeito do rastreador.
Isso é o Brasil desligando gradualmente tecnologias antigas.

O mercado de rastreamento está entrando em uma nova era.
Quem migrar para 4G agora sai na frente.
Quem continuar preso ao 2G/3G vai perder clientes por instabilidade.

Para você, empreendedor que está começando com a Track’nMe ou já está em operação,
entender esse movimento é essencial para vender melhor, instalar melhor e evitar cancelamentos.

O que está acontecendo com 2G e 3G no Brasil?

Vamos direto ao ponto:

O 3G já está praticamente morto.

As operadoras começaram a desligar o 3G em diversas regiões do país desde 2024 para liberar espaço para o 4G e 5G.
Em muitas cidades, a rede ainda existe, mas a cobertura está fraca e irregular.

O 2G está caindo rápido.

O 2G ainda funciona, mas está encolhendo.
Não é mais prioridade das operadoras.
Em regiões metropolitanas, a performance já é inferior ao 4G, e tende a piorar ano após ano.

Se sua empresa depende de rastreadores 2G, você está operando em uma rede que está sendo retirada aos poucos.
Isso não é teoria — está acontecendo agora.

2G, 3G e 4G: diferenças reais para o rastreamento

Tecnicamente, as redes funcionam assim:

  • 2G: rede mais antiga, mais limitada, menor velocidade
  • 3G: cobertura irregular e sendo desligada
  • 4G: rede atual, estável e com maior disponibilidade

Mas o que importa não é a parte técnica — é o impacto para o cliente.

Impacto direto no rastreamento:

  • Pontos mais precisos
  • Mapa mais fluido
  • Menos “sumiços” temporários
  • Mais eventos enviados sem perda
  • Maior confiabilidade do histórico
  • Menos reclamação de atraso

Na prática: rastreamento em 4G parece “de verdade”.
Em 2G parece “meia boca”.
O cliente sente a diferença na hora.

Por que o rastreamento 4G é superior para sua empresa?

Não se trata apenas de “melhor rede”.
Se trata de você entregar uma experiência profissional.

1. Estabilidade muito maior

A rede 4G tem cobertura mais forte e mais ampla em praticamente **todas** as cidades brasileiras.

2. Menos chamados de suporte

A maior causa de suporte em empresas de rastreamento é rede fraca.
Com 4G, o volume cai drasticamente.

3. Menos cancelamentos

Cliente cancela não por preço, mas por frustração com falha do serviço.
A rede 4G elimina 70% desses problemas.

4. Mais precisão em rotas e histórico

Isso faz diferença principalmente para:

  • motos de entrega,
  • empresas de frota,
  • clientes que monitoram rotas com detalhes.

5. Vida útil maior

Um rastreador 4G tende a continuar funcional por anos, porque está em uma rede atual e estável.
Já o 2G pode ficar “obsoleto” antes do tempo.

Um rastreador 4G instalado hoje pode ficar funcional por 5, 6, 7 anos sem problemas.
O 2G pode não durar 3.

Diferença de custos entre 4G e 2G — vale a pena pagar mais?

Essa é a pergunta que mais escuto de empreendedores iniciantes:

“Mas rastreador 4G é mais caro… vale a pena?”

Sim — e aqui está o motivo:

Preço médio dos rastreadores

  • 2G (F1 / J16): R$ 110 a R$ 180
  • 4G: R$ 180 a R$ 260

Ou seja, a diferença real é de R$ 40 a R$ 80.

E quanto isso representa ao longo da vida do cliente?

Considerando que:

  • um cliente rendeu R$ 35 de lucro líquido por mês,
  • fica em média 18 a 36 meses na base,

Ele gera entre:

  • R$ 630 e R$ 1.260 por cliente.

Pagar R$ 50 a mais em um rastreador 4G e segurar o cliente por 3 anos
vale infinitamente mais do que economizar e perder o cliente por instabilidade.

Quando ainda vale a pena usar 2G?

Existem situações onde o 2G ainda funciona bem:

  • Cidades pequenas com cobertura 2G forte
  • Clientes extremamente sensíveis a preço
  • Venda rápida para quem só quer “proteger o carro”
  • Operações iniciais de baixo volume

Nessas situações, F1 e J16 (2G) entregam ótimo custo-benefício.

Se sua cidade ainda tem 2G forte, você pode continuar usando F1 e J16 sem problema.
Mas já tenha 4G no estoque para o momento em que a rede começar a cair.

Quando NÃO usar 2G de jeito nenhum

  • Regiões metropolitanas (SP, RJ, BH, POA)
  • Capitais em geral
  • Clientes que precisam de precisão alta
  • Entregadores de aplicativo
  • Rastreamento empresarial
  • Clientes premium
  • Empresas de logística

Em frotas, 2G é pedir reclamação.
Sempre prefira 4G.

Impacto direto no suporte da sua empresa

Quanto mais você usa rastreadores 4G, menor o volume de chamados:

  • “Ficou sem sinal”
  • “Travou no mapa”
  • “Sumiu a rota”
  • “Mostra lugar errado”

O empreendedor que migra para 4G nota imediatamente:

  • menos clientes reclamando;
  • menos tempo desperdiçado resolvendo problemas;
  • mais confiança no serviço;
  • mais renovações e indicações.

A rede 4G faz seu negócio parecer mais profissional — simples assim.

Qual rastreador 4G vender para seus clientes?

Cada marca tem seus modelos 4G, mas a lógica é:

  • Carros: rastreadores 4G básicos com bloqueio
  • Motos: modelos 4G compactos
  • Carga: modelos 4G com bateria interna

A Track’nMe é compatível com os principais modelos 4G do mercado.

Conclusão: qual você deve escolher — 2G ou 4G?

Resumo simples e direto:

  • 2G → preço baixo, funciona em cidades pequenas, ótimo custo-benefício imediato.
  • 4G → melhor para crescer, menos suporte, mais estabilidade, mais profissional.

O empreendedor inteligente faz o seguinte:

  • Usa 2G em clientes simples e regiões onde ainda funciona bem.
  • Usa 4G para clientes exigentes e regiões maiores.
  • Começa a migrar seu estoque aos poucos para 4G.

A plataforma certa (Track’nMe) e os equipamentos certos (preferencialmente 4G)
são o combo que dá estabilidade, reduz suporte e aumenta a sua base de clientes.

O futuro do rastreamento é 4G — e quem se adianta lucra mais.